Abuso: babá de 50 anos é acusada de estuprar menino de 5 anos …

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Agentes da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) investigam uma grave denúncia de estupro de vulnerável. Uma sapateira de 23 anos, moradora em um conjunto de prédios na zona norte de Franca, acusa uma babá, de aproximadamente 50 anos e sua vizinha, de abusar sexualmente de seu filho de 5 anos.

 

De acordo com o registro da ocorrência, feito na última sexta-feira, a acusada teria levado o garoto para o quarto, tirado sua roupa, ficado sem calcinha e feito com que a criança colocasse o “pipi” em seu órgão genital. Após avaliação psicológica pedida pela delegada, ficou constatado que o abuso pode ter ocorrido mais de uma vez. Para piorar, a família da vítima diz que vem sofrendo ameaças depois de ter procurado a polícia e denunciado o caso.

À reportagem, a sapateira contou que na noite de quinta-feira, 7, ela viu a porta do quarto do filho de 5 anos fechada. Lá dentro, estava o menino e sua filha do meio, de 3 anos. Ao abrir o cômodo, a mãe flagrou o menino, sem calças, em cima da irmã, segundo a sapateira, “esfregando o pipi”. O garoto, transtornado, contou uma incrível história de abuso.

Para entendê-la é preciso voltar 15 dias antes da denúncia. A sapateira explicou que na época tinha de encontrar alguém para ficar com o menino. “Uma irmã da nossa igreja ofereceu escolinha para eu colocar meus filhos, mas eu não consegui a van. Ela (a babá) disse que olhava meus filhos durante uma hora e meia, dia sim, dia não”, contou a mulher. O combinado era que a vizinha de apartamento cuidasse dos três filhos (o garoto de 5, a menina de 3 e a bebê de 11 meses), na residência da sapateira, das 5 horas às 7h30, por R$ 150 por mês.

Por duas semanas, o garoto se viu diante de uma situação completamente nova. Assim que a mãe saía, a babá colocava as irmãs no quarto da dona de casa e ia para o do menino. “Ela pedia para ele tirar o short, a cuequinha e colocar o “pipi” nela. Havia beijo na boca também”, contou a mãe.

O boletim de ocorrência foi registrado na manhã de sexta-feira. O garoto passou por exames no IML (Instituto Médico Legal), onde foi constatada uma inflamação em seu órgão genital. Ainda não se sabe se é uma DST (Doença Sexualmente Transmissível).

A criança também foi analisada pela psicóloga. “Ela (a psicóloga) passou que a criança realmente conta (tudo) com detalhes, mostra como era feito. Também concluiu que não foi uma só vez”, disse a delegada Graciela Ambrósio, titular da Delegacia da Mulher.

A policial deve ouvir a acusada nos próximos dias. O fato chamou atenção na delegacia. “É uma situação, para nós, esporádica. Geralmente aparecem homens como autores de abusos sexuais. Dessa vez temos uma mulher como acusada.” O inquérito deve ser finalizado até a próxima semana.

Fonte :http://www.gcn.net.br/home/

 

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